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7 de novembro de 2017

Espírito Santo cria grupo para combater acidentes no transporte de rochas

Entre as medidas propostas estão mais fiscalização e atualização da resolução 354 Deixar a rocha solta sobre a carreta é mais seguro. Este mito é responsável […]
4 de julho de 2017

O MOVIMENTO DO LÍQUIDO DENTRO DO TANQUE AFETA SUA ESTABILIDADE

As características de tombamento de um tanque são fortemente influenciadas pelo movimento livre do líquido dentro do compartimento de carga. Em um tanque ou compartimento carregado […]
16 de março de 2017

Reportagem no Programa Pé na Estrada

Assista no vídeo a entrevista do Engenheiro Rubem Penteado para o programa Pé na Estrada, sobre segurança na operação de caminhões vasculantes.
15 de março de 2017

O FREIO DE ESTACIONAMENTO DO TRATOR, TAMBÉM ESTACIONA AS CARRETAS?

Essa dúvida é frequente e impõe ao transporte agrícola e florestal riscos elevados. Nesse tipo de transporte muitas vezes o carregamento do veículo é realizado em rampas íngremes. O motorista chega no local com conjunto vazio e aciona o Controle do Freio de estacionamento no painel do caminhão. Então, por questões de segurança, desce da cabine, considerando os riscos operacionais durante o carregamento, como queda da carga ou impacto da máquina.
15 de março de 2017

OS RISCOS DA CARGA ENTRELAÇADA

No Transporte Florestal é frequente encontrarmos cargas entrelaçadas, como destacado em amarelo nas ilustrações acima. Os pacotes de toras eventualmente não ficam bem regulares, com uma ou outra tora mais longa ou deslocada, e acaba ficando próximo do pacote vizinho. Observando novamente as ilustrações acima, você encontra alguma diferença no risco entre os conjuntos 1 e 2, pelo fato das cargas estarem entrelaçadas? Sim. A diferença é enorme. Se não percebeu, observe mais atentamente!
15 de março de 2017

UMA CARRETA CERTA PARA CADA TRATOR

Em muitas empresas temos observado que é prática comum a utilização de carreta fabricada para um tipo de cavalo-mecânico, engatada em outro tipo. E isso pode trazer problemas de distribuição de peso. Quando questiono, a resposta é sempre a mesma: “essa carreta tem duas posições de pino-rei e engata em qualquer tipo de caminhão-trator” Rebato dizendo: ”pode até engatar, mas não distribuirá o peso corretamente” Depois aparecem as multas por excesso no entre-eixo, e não conseguem entender o porque.
15 de março de 2017

CARGA EM DUAS PARTES SOBRE A CARRETA

Se você fez nosso Curso de "Lei da Balança" (pelo site: www.trs.eng.br), sabe que o centro de gravidade da carga deve coincidir com o centro geométrico da carreta (o “meio” da carroceria). Essa é uma regra geral, que vale para quase todos os conjuntos. Exceto para o conjunto 2S3 com carreta longa (+ de 14 metros). Você também viu essa exceção no Curso e a forma de resolver nesse caso. Então: para quase todos os modelos, se a carga estiver na quantidade correta e ocupar toda a carroceria não teremos problemas nas balanças. Se não ocupar todo comprimento, deixamos espaços iguais na frente e na traseira (lembrando de amarrar a carga para não tombar!).
15 de março de 2017

CUIDADO COM A MARCHA À RÉ NA “WANDERLÉIA”

Para semirreboque com eixo distanciado (carreta “Wanderléia”) a condição de “autodirecional” é proporcionada pela instalação da “rala giratória” em um dos eixos (normalmente o 1º). O mecanismo desse eixo é dotado de sistema de auto-alinhamento quando em movimento retilíneo à frente. Durante uma manobra o eixo executa o esterçamento unicamente por força do atrito dos pneus com o pavimento, e alinha-se automaticamente quando o veículo retorna ao movimento retilíneo para frente. Esse auto-alinhamento se dá em função da excentricidade entre o centro do eixo e o centro da rala giratória. Como o centro do eixo está posicionado para trás do centro do giro da rala, ele se alinha automaticamente no movimento retilíneo à frente (como as “rodinhas” de um carrinho de supermercado).